Entende?
Arquivo para Junho, 2006
Empreguei esse tempo de reflexão pra adiantar algumas leituras, ir ao oftamologista (que me confirmou o esperado, estou ficando gradativamente mais cego e uma boa estratégia pra impedir esse fenômeno é usar DE VERDADE o óculos), entre outras coisas banais. Estou relendo O Mundo de Sofia, de Jostein Gaardner. Li pela primeira vez as aventuras de Sofia Amundsen quando tinha uns quinze ou dezesseis anos, acho, o livro ficou emprestado por uns três anos – pessoas que ainda não devolveram meus livros, captem as indiretas – e só mês passado voltou aqui pra casa. Incrível como passado esse curto tempo, parece que tudo mudou, somos velhos conhecidos que mal se falam mas ainda se conhecem muito bem. Fiquei particularmente extasiado pelas lembranças da minha primeira leitura, esta carregada de uma legítima fascinação juvenil, que hoje reservo pra coisas bem particulares como encher cumbucas de gelo ou completar um álbum de figurinhas. Neste sentido, o livro fala muito da necessidade de se cultivar esse sentimento, essa emoção. A surpresa, o prazer hoje tão blasé (juro que sempre quis usar essa palavra, sério mesmo) de se deliciar com as coisas, novas ou não.
Eu sempre fui partidário de David Hume – outro dia escrevo algo sobre minha opinião acerca dele – e concordo com toda a importância sobre saber deixar de lado o passado e a experiência que nos cega frequentemente de saborear novas facetas, habilidade muitas vezes enferrujada pela rotina. Mas se bem que, pensando melhor, não acho que exista ninguém com apatia o suficiente pra não ver na alegria e disposição infantil como essa das filhas do Pernambucano fascinação o suficiente pra servir de combustível durante um longo dia maçante. Citando meu filósofo-pop-favorito mais recente, o Cantona: “Never grow up, children, never grow up”.
- Iggy Pop visitou meu orkut
- Alguém da venezuela achou esse blog procurando por “sombras maditas”
- Alguém achou esse blog pesquisando Wagner Artur no google
;O
Preciso nem dizer que dentre essas, a do Iggy foi a que me deu mais medo….
Un policía alemán conversa con un aficionado español. (Foto: EFE)
19 de junio Hubo una vez un Mundial de fútbol que se lo encargaron organizar a un país muy singular, ya que todos sus habitantes se distinguían del resto de los del planeta Tierra por haber nacido con la cabeza cuadrada. Lejos de amoldarse a partir del nacimiento (en un hospital muy cuadrado) a las medidas estándar de los demás humanos, sus cabezas cuadradas se desarrollaron perfectamente, con sus cuatro esquinas cada una, de tal forma que la superficie de cada una de ellas era exactamente el resultado de multiplicar la medida de dos lados. Las cabezas de los alemanes no pesan tantos kilogramos, sino que miden tantos centímetros (cuadrados por supuesto).
La empresa propietaria del Mundial también estaba compuesta en su totalidad por gente tan cuadrada como las cabezas de sus intermediarios, así que resultó un Mundial, que no fue un Mundial para muchos, sino un curso de xxx.
—No poderr llevar esto cosa dentro estadio.
—¡Pero oiga, que soy periodista!
—No poderr llevar esto dentro.
El hombre cuadrado en una de las mil barreras cuadradas de acceso a un estadio cuadrado, impedía entrar a un periodista porque en su mochila llevaba en una bolsa una manopla de plástico (deshinchada por supuesto) con los colores de España. Se trataba de un regalo, porque a nadie, a no ser que sea un cuadrado, se le ocurre pensar que un periodista va a sacar en su tribuna de prensa una manopla gigante, hincharla y agitarla. No tiene ningún sentido, entre otras cosas porque pulsar en un ordenador con unos dedos de plástico tan grandes como un pepino parece bastante complicado. El periodista tuvo que dejar allí el regalo que guardaba para su hijito español y más o menos redondo.
—No poder entrar esto
—¡Pero qué me está diciendo!
—No poderr entrar esto.
No era una manopla hinchable esta vez, sino un pequeño frasco de colonia que otro periodista llevaba en su mochila.
—Crrristal, no lanzarrr. No poderrr entrar dentro.
—¡Pero usted se cree que yo voy a lanzar este frasco que me ha costado medio sueldo!
Otra entrada cuadrada:
—No poder entrarr esto.
—Oiga tengo un problema de respiración y necesito este spray (Ventolín).
El hombre cuadrado, agitó el bote y roció ligeramente su contenido al aire.
—No poder entrarr esto.
En este caso, el hombre con su enfermedad respiratoria, tuvo que enseñar su receta. Finalmente accedieron a permitirle la entrada con su bote, pero no por hacerse cargo de la situación, sino porque el papel de la receta era cuadrado.
Retirado do blog de Carlos Carbajosa, sem nenhuma espécie de autorização http://www.elmundo.es/mundial/2006/blogs/blog04/index.html
Muito tem se dito por aí da morte de Bussunda. Até a seleção opinou a respeito. Hoje vi na TV a propaganda da Antarctica homenageando o humorista. Achei oportunismo, fortalecendo vínculos com o mercado através da morte de um amigo. E se era pra homenagear, que fosse feito essa, feita pelos Monty Phytons ao seu integrante Graham Chapmam – conhecido como o Artur do Cálice Sagrado e o Brian da vida de Brian – que faleceu em 89, com 40 e poucos anos.
Fucking death.
Ps. Quinta-feira seria aniversário de Daniel, vou levar uma flor. Espero que (a minha) não seja a única.
Assim diz, Eric Cantona – aquele cara das propagandas da nike – que acabo de descobrir que foi uma grande estrela do futebol inglês:
“Sometimes in life one experiences an emotion which is so strong that it is difficult to think, or to reason. Sometimes you get submerged by emotion. I think it’s very important to express it – which doesn’t necessarily mean hitting someone. I am very mistrustful of people who are constantly overintellectualising things. It kills passion. You have to allow yourself to lose control from time to time.”
“I didn’t study; I live. You can’t study these things – life teaches them to you. You don’t find them in a book……I’ve read a lot of Socrates on page three of the Sun.”
Amazing, huh?






