Arquivo para Novembro, 2006

Ouch

Policiais britânicos se vestem de Batman e Robin para prender traficantes


A dupla composta pelo sargento Tony Smith e o oficial Mike Holman adotou uma estratégia, digamos, dinâmica para prender um suspeito de tráfico de drogas na cidade de Bournemouth. Vestiram-se como Batman e Robin.

A tática foi a seguinte: os dois policiais, devidamente trajados, fingiram ser bêbados procurando uma festa à fantasia. Bateram na porta dos traficantes, gritando, e não foram atendidos. A dupla dinâmica então foi à porta dos fundos da casa, deixando que sete colegas policiais batessem na porta da frente querendo saber do barulho.

As pessoas na casa agradeceram a vinda da polícia, para resolver o problema com os “bêbados”. Um dos traficantes, porém, saiu correndo ao ver os distintivos – pela porta de trás. Com a agilidade de costume, Batman saiu correndo atrás do criminoso, inclusive pulando uma cerca, e fê-lo ver uns “BIFF!”, “POW!” e uns “THWACK!”.

“A roupa de Batman era bem confortável e não restringia meus movimentos. Consegui até pular aquela cerca. Mas foi difícil achar onde colocar meu gás lacrimejante. Não tinha lugar para algemas também, mas o Batman não precisa de algemas”, relembrou o sargento Smith ao jornal Daily MailSomente um dos três homens na casa foi preso.

Policiais britânicos se vestem de Batman e Robin para prender traficantes


A dupla composta pelo sargento Tony Smith e o oficial Mike Holman adotou uma estratégia, digamos, dinâmica para prender um suspeito de tráfico de drogas na cidade de Bournemouth. Vestiram-se como Batman e Robin.

A tática foi a seguinte: os dois policiais, devidamente trajados, fingiram ser bêbados procurando uma festa à fantasia. Bateram na porta dos traficantes, gritando, e não foram atendidos. A dupla dinâmica então foi à porta dos fundos da casa, deixando que sete colegas policiais batessem na porta da frente querendo saber do barulho.

As pessoas na casa agradeceram a vinda da polícia, para resolver o problema com os “bêbados”. Um dos traficantes, porém, saiu correndo ao ver os distintivos – pela porta de trás. Com a agilidade de costume, Batman saiu correndo atrás do criminoso, inclusive pulando uma cerca, e fê-lo ver uns “BIFF!”, “POW!” e uns “THWACK!”.

“A roupa de Batman era bem confortável e não restringia meus movimentos. Consegui até pular aquela cerca. Mas foi difícil achar onde colocar meu gás lacrimejante. Não tinha lugar para algemas também, mas o Batman não precisa de algemas”, relembrou o sargento Smith ao jornal Daily Mail.

Somente um dos três homens na casa foi preso.

Talk about art!

Vox Populi, Vox Dei XCV

Former KGB Spy Poisoned

Alexander Litvinenko, a former Soviet spy and critic of Russian President Vladimir Putin, was hospitalized in London after being poisoned. What do you think?

Old Woman

Linda Koelsch,
Dog Groomer
“Leave it to the Bond marketing team to really up the ante for opening weekend.”

Black Man

Robert Pugh,
Systems Analyst
“Man. Every time a Russian starts to go bald and gaunt, he’s all, ‘I was poisoned!’”

Young Man

Kelly O’Grady,
Jobs Counselor
“You can’t trust a Soviet spy. All those former KGB spooks are corrupt megalomaniacs—except, of course for Putin.”

Tou ficando bonzinho


You are a

Social Liberal
(68% permissive)

and an…

Economic Moderate
(56% permissive)

You are best described as a:

Democrat



Link: The Politics Test on Ok Cupid

As praias

Essa foto é de um tempo longinquo, em Beberibe, litoral do Ceará.

No início era meio repetitivo explicar, mas eventualmente eu dei um jeito de concatenar as informações de forma a perder pouco tempo e encurtar a história: meu avô era jogador de futebol – jogou no dia de seu casamento, inclusive, o primeiro transmitido por rádio – e é flamenguista apaixonado. Meu pai é flamenguista sem tanta ênfase. Minha irmã mais velha é palmeirense. Meu tio é fluminense. Conheço dúzias de abecedistas e americanos, mas ocorre que por algum desvio do destino, eu sempre fui são-paulino, desde pequeno. Se em Natal ser são-paulino é difícil, imagina pra quem cresce no interior, onde quem não é Baraúnas ou Potiguar, acha que América e ABC que são timões, e no máximo arrisca um Flamengo – obvimaente por conta do Zico.

Nunca fui de chorar pelo meu time. Durante toda a infância, adolescência e atual juventude, acompanhei uma série de títulos, não muitos, e algumas desilusões. Nadar, nadar, e morrer na praia.

Me fascina a relação natural entre o brasileiro e o futebol. É engraçado, até quem não gosta o faz por despeito, por não tolerar “a ferramenta de manipulação”, o “ópio do povo”. Não é por ser irrelevante, mas é por sua incrível relevância se tornar incômoda, talvez até eclipsando outros temas mais importantes, é bem verdade. Sinceramente, em alguns pontos futebol no brasil é tal qual religião: você pode até não praticar, mas com certeza tem uma. Você pode até não chorar pelo palmeiras, torcer pelo fluminense ou xingar o técnico do flamengo, mas você sempre simpatiza com um aqui e outro ali. Tem gente, feito eu, que simpatiza com mais de um time em vários estados da federação (Atlético-MG, Grêmio só pra citar alguns). Tem gente que simpatiza com times até de outros países (Real Madrid, Olympique Lyonnais, Milan, etc.). E quando passa aquele jogo na TV, tem gente que independente da várzea que seja, pode ser Olaria e Itaberiba disputando a repescagem pra 3a. divisão, assiste e ainda xinga o juiz, o goleiro e até o – maldito – Ricardo Teixeira, da CBF. E na copa, vê aquele Arábia Saudita x Tunísia, critica o 4-4-2 mesquinho e glorifica o santo nome de Guus Hiddink como solução pra qualquer nó cego. Ah sim, e tem gente que compra uma dúzia de roupa verde-amarela só pra ver um time titular que joga pior que o reserva. Diabos, quem se importa?

A nike – que como reza a boa cartilha capitalista, se apodera de sinais pra carregar através deles suas mensagens consusmistas – faz toda a apologia do jogo bonito, do grande jogo, e isso me deixa esbaforido. Claro que sempre há a pragmática do resultado, mas no fundo todo mundo quer ver noventa minutos de arte, de ilusão. Por alguns minutos somos enganados pelo vento, pela grama, pela zaga que abre um buraco vacilado e se fecha impenetrável com a mesma facilidade.

Estando numa situação de relativo conforto, com um triunfo após quinze anos, eu paro pra pensar que sinceramente, essa não foi a maior alegria que essa paixão me deu. Foram todas as vezes em que tive orgulho de vestir a camisa, literalmente. Se eu fosse técnico de futebol eu seria bem direto: “Perdemos porque o outro time jogou melhor? você viu aquele golaço? Nosso time vai se esforçar praticar, e ser assim. Fazer gols assim. Vai ser arte”.

Sinceramente, não me importo que demore mais quinze anos. O que importa é o orgulho, a certeza e a arte. Até lá vamos sempre nadando a braçadas largas. Morrer ou não morrer é indiferente, o que importa pra cada brasileiro é a presença dessa praia – desnecessária e ao mesmo tempo indispensável.

O desejo nos pega desde moleques. E o jeito? ; )

He shoots, he scores!

Impressionante, é só eu não lembrar da pergunta que eu ganho ;P

Pelo bem do debate


Se revirar nos arquivos deste blog, você vai encontrar comentários sobre os cartuns polêmicos da Dinamarca. Passado já algum tempo do incidente, a ONU resolveu fazer uma conferência pra debater o assunto. Mais detalhes em http://www.cartooningforpeace.org/

Do site do Tobby

Enquete

O que é necessário pra se cumprir o slogan de campanha “Deixa o homem trabalhar”?




Vai, o cara tem um ponto…

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