Arquivo para Janeiro, 2007

kind of romantic comedy

Nunca fui de cultuar trilogias, atores, diretores. Seja aquilo que Hollywood em sua egomania de Midas “ourifica” ao custo de milhões de dólares, ou o que ditam as modinhas indie/cult. Digo isto para tentar isentar esse post de parcialidade, muito embora… Bem…

Enfim, não é só porque eu curti muito Oldboy, do Chan-wook Park, que me empolguei para ver a nova película escrita e dirigida pelo cara.

Claro, foi o nome que me fez clicar no link, mas saca só esse material do filme, cuja história, numa linha, é de uma garota que pensa que é um ciborgue de combate e, indo parar no sanatório, se envolve com um outro não muito normal que pensa ser capaz de roubar as almas das pessoas.

No site, que é muito bom, tem mais sobre o filme e os protagonistas. Detalhes divertidos da personalidade de cada um, como o fato da garota não se alimentar, mas sim se “carregar” com baterias, e o cara ser viciado em pingue-pongue. Mas parei na segunda página do “livro” (vide site) pra não tirar a graça do filme.

Espero que pelo menos saia no circuito de cinemas alternativo, ou disponibilizem fácil em torrent, e com legendas, por favor!

UPDATE

Ah, o nome o filme: “I’m a cyborg, but that’s ok”

Retratos da UFRN – Malvados

Amargas ou doces falácias

Hoje encontrei na internet um site *muito* bom. Muito mesmo. O endereço é http://www.fallacyfiles.org/, e se dedica a analisar, classificar e comentar aquelas ferramentas que são as melhores amigas do populismo, da demagocia, ou simplesmente da insensatez e dos argumentos ridículos que nem uma mesa de bar merecem.

Eis que, curiosamente, no mesmo dia encontro a seguinte notícia, seguida dos comentários:


Passageiro não embarca por causa de camisa contra Bush; comente

Allen Jasson foi proibido de embarcar em um vôo da companhia australiana Qantas por usar uma camisa com a imagem do presidente dos EUA, George W. Bush, e a frase: “terrorista número um”. Jasson já tinha passado pela mesma experiência em dezembro do ano passado.

Ele estuda a possibilidade de processar a empresa aérea por impedir o exercício da liberdade de expressão. A Qantas diz que “os comentários que possam ofender outros clientes ou ameaçar a segurança nos aviões do grupo Qantas não serão tolerados, sejam verbais ou por escrito”.

O que você acha da decisão da companhia aérea?

Agora, vejam a qualidade de comentários que somos forçados a aturar nessa internet sem porteira:

[Nilson de Souza Rodrigues] [Pres. Prudente-SP- Brasil]
Dentro de um avião existem normas a se respeitar. Em primeiro lugar a segurança dos passageiros e do próprio vôo. Comentários ofensivos, estampas ofensivas a quem quer que seja devem ser proibidos, justamente por ofender outros passageiros que pensam de forma diferente, havendo o risco real de agressões físicas e morais. A Cia.Aérea está certìssima.

[Cíntia] [Fortaleza CE Brasil]
Estamos vivendo sob a ditadura do Bush. Quem ainda não percebeu deveria começar a se preocupar. Será pior que o nazismo em dimensões, controlará o mundo, e em número de mortos. Só não vê quem não quer. E tudo é feito em nome da democracia e da liberdade.

[JOSÉ CARLOS DANTAS] [STO ANDRÉ, SP, BRASIL]
ESTÁ CORRETO, FALTOU RESPEITO PELA AUTORIDADE, POIS TODA AUTORIDADE VEM DE DEUS, LOGO ESTE INDIVIDUO NAO RESPEITO NO QUE DEUS DISSE.

[guilherme] [sao paulo-brasil]
tem q proibir mesmo este idiota. poderiamos colocar a mae dele em uma camiseta. ele gostaria|??
[JOSÉ CARLOS DANTAS] [STO ANDRÉ, SP, BRASIL]

[Filipe] [Madri]
Queria saber se eles barrariam alguém que estivesse vestindo uma camisa com os mesmos dizeres mas com a imagem de Bin Laden ou de Sadã Hussein. Por que não se pode, como forma de protesto, camisas com a foto de Ariel Charon, Menaém Begin, Putim, Lênin, Estálin etc. além da de George Bush?

[Gilberto Pirolo] [Ourinhos SP Brasil]
Apesar de concordar com o passageiro acho a atitude da Cia Aérea correta por defender sua tradição,pois poderia gerar polêmica e con fusão dentro do avião.

[claudeonor] [araçatuba-sp-brasil]
DE CERTO MODO A EMORESA ESTÁ CORRETA.TODO CUIDADO É POUCO EM QUESTÃO DE SEGURANÇA.

[Joe Doe] [Sao Paulo, SP Brazil]
Embora liberdade de expressao seja permitida, embora eu nao goste do estilo do George Jr. O passageiro queria se exibir e ganhou o que merecia.

[mario] [sao paulo]

logico que a companhia esta certa, essa sujeito é um idiota


[joao cesar] [joao pessoa-paraíba brasil]
Inaceitável, pois as pessoas tem direitos a se expressar como convier, esse Bush é o novo Hitler moderno que nos levará a Terceira Guerra mundial.

Conclusão: Analfabetismo funcional é um problema nacional.

link da reportagem aqui

A Consciência de Classe do Proletariado Revolucionário

Neste artigo democrático, demonstrarei como o proletariado desperta sua consciência de classe para executar a Revolução Comunista. Karl Marx, em nosso (e não “dele”, pois tudo o que existe no mundo é do Povo) livro O Capital, explica que, quanto mais o proletariado for explorado pela burguesia, mais vai tomar consciência de seu papel histórico transformador da sociedade.

Ou seja, a consciência de classe do proletariado é despertada por sua exploração pela classe burguesa. Isso acontece porque o proletariado é a classe escolhida para fazer a Revolução. Logo, como o proletariado é a classe naturalmente revolucionária, é também a classe explorada. Sendo a classe explorada, é a classe que fará a Revolução. Q.E.D.

No trecho abaixo do Manifesto do Partido Comunista, Marx prova que só o proletariado é uma classe verdadeiramente revolucionária:


(…) só o proletariado é uma classe verdadeiramente revolucionária.

Sendo assim, a extração do produto do trabalho do proletariado pelos burgueses industriais levará a uma crescente organização e tomada de consciência de classe do proletariado, como mostrado no gráfico 1:


O gráfico demonstra que há um relacionamento íntimo entre a extração da mais-valia e consciência de classe proletária. É o mesmo tipo de correlação que vemos entre o surgimento de icebergs e a construção de navios, como mostra o gráfico 2:


Logo, assim como o mar reage ao surgimento de navios, o proletariado reage à exploração dos burgueses, engendrando a Revolução Socialista. A alienação dos trabalhadores estará terminada e os meios de produção voltarão para as mãos deles, assim como era no período pré-capitalista.

retirado do informativo da esquerda consciente, o Opinião Popular (http://opiniaopopular.blogspot.com/).

Arte Moderna e Contemporânea para Jovens, Adultos e Crianças

99% dos cachorros não falam inglês

O dia que mandaram na ONU

Internet awareness


Meme, Counter-meme

By Mike Godwin

It was back in 1990 that I set out on a project in memetic engineering. The Nazi-comparison meme, I’d decided, had gotten out of hand – in countless Usenet newsgroups, in many conferences on the Well, and on every BBS that I frequented, the labeling of posters or their ideas as “similar to the Nazis” or “Hitler-like” was a recurrent and often predictable event. It was the kind of thing that made you wonder how debates had ever occurred without having that handy rhetorical hammer.

Not everyone saw the comparison to Nazis as a “meme” – most people on the Net, as elsewhere, had never heard of “memes” or “memetics.” But now that we’re living in an increasingly information-aware culture, it’s time for that to change. And it’s time for net.dwellers to make a conscious effort to control the kinds of memes they create or circulate.

A “meme,” of course, is an idea that functions in a mind the same way a gene or virus functions in the body. And an infectious idea (call it a “viral meme”) may leap from mind to mind, much as viruses leap from body to body.

When a meme catches on, it may crystallize whole schools of thought. Take the “black hole” meme, for instance. As physicist Brandon Carter has commented in Stephen Hawkings’s A Brief History of Time: A Reader’s Companion: “Things changed dramatically when John Wheeler invented the term [black hole]…Everybody adopted it, and from then on, people around the world, in Moscow, in America, in England, and elsewhere, could know they were speaking about the same thing.” Once the “black hole” meme became commonplace, it became a handy source of metaphors for everything from illiteracy to the deficit.

By 1990, I had noticed, something similar had happened to the Nazi-comparison meme. Sure, there are obvious topics in which the comparison recurs. In discussions about guns and the Second Amendment, for example, gun-control advocates are periodically reminded that Hitler banned personal weapons. And birth-control debates are frequently marked by pro-lifers’ insistence that abortionists are engaging in mass murder, worse than that of Nazi death camps. And in any newsgroup in which censorship is discussed, someone inevitably raises the specter of Nazi book-burning.

But the Nazi-comparison meme popped up elsewhere as well – in general discussions of law in misc.legal, for example, or in the EFF conference on the Well. Stone libertarians were ready to label any government regulation as incipient Nazism. And, invariably, the comparisons trivialized the horror of the Holocaust and the social pathology of the Nazis. It was a trivialization I found both illogical (Michael Dukakis as a Nazi? Please!) and offensive (the millions of concentration-camp victims did not die to give some net.blowhard a handy trope).

So, I set out to conduct an experiment – to build a counter-meme designed to make discussion participants see how they are acting as vectors to a particularly silly and offensive meme…and perhaps to curtail the glib Nazi comparisons.

I developed Godwin’s Law of Nazi Analogies: As an online discussion grows longer, the probability of a comparison involving Nazis or Hitler approaches one.

I seeded Godwin’s Law in any newsgroup or topic where I saw a gratuitous Nazi reference. Soon, to my surprise, other people were citing it – the counter-meme was reproducing on its own! And it mutated like a meme, generating corollaries like the following:

  • Gordon’s Restatement of Newman’s Corollary to Godwin’s Law: Libertarianism (pro, con, and internal faction fights) is the primordial net.news discussion topic. Any time the debate shifts somewhere else, it must eventually return to this fuel source.
  • Morgan’s Corollary to Godwin’s Law: As soon as such a comparison occurs, someone will start a Nazi-discussion thread on alt.censorship.
  • Sircar’s Corollary: If the Usenet discussion touches on homosexuality or Heinlein, Nazis or Hitler are mentioned within three days.
  • Van der Leun’s Corollary: As global connectivity improves, the probability of actual Nazis being on the Net approaches one.
  • Miller’s Paradox: As a network evolves, the number of Nazi comparisons not forestalled by citation to Godwin’s Law converges to zero.

In time, discussions in the seeded newsgroups and discussions seemed to show a lower incidence of the Nazi-comparison meme. And the counter-meme mutated into even more useful forms. (As Cuckoo’s Egg author Cliff Stoll once said to me: “Godwin’s Law? Isn’t that the law that states that once a discussion reaches a comparison to Nazis or Hitler, its usefulness is over?”) By my (admittedly low) standards, the experiment was a success.

But its success had given me much to reflect on. If it’s possible to generate effective counter-memes, is there any moral imperative to do so? When we see a bad or false meme go by, should we take pains to chase it with a counter-meme? Do we have an obligation to improve our informational environment? Our social environment?

But this power to do good may also be a power to do ill. Anyone on the Net has the power to affect stock prices. (Or worse: a fraudulent re-creation of the Tylenol-poisoning scare could cause a national or international panic.) And viral memes are capable of doing lasting damage.

While the world of the Net is filled with diverse critical thinkers who are ready to challenge self-indulgent or self-aggrandizing memes, we can’t rely on net.culture’s diversity and inertia to answer every bad meme. The Nazi-comparison meme has a peculiar resilience, in part because of its sheer inflammatory power (“You’re calling me a Nazi? You’re the Nazi in this discussion!”) The best way to fight such memes is to craft counter-memes designed to put them in perspective. The time may have come for us to commit ourselves to memetic engineering – crafting good memes to drive out the bad ones.

Otherwise, plus ça change, plus c’est la meme chose.

http://www.wired.com/wired/archive/2.10/godwin.if.html

Flashes (II)

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QUOTE OF THE DAY

“I haven’t met him yet, but I might just put him in my next Rambo film and chase him round the jungle for a couple of months” – Sly Stallone lays out his plans for David Beckham’s career break. Well, anything’s better than sitting around the house with Posh.

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Flashes (I)

Selo de qualidade

OAB recomenda 87 cursos de Direito em todo o país

* Rio Grande do Norte:

Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Natal

É dura a vida da UnP…

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