Arquivo para Fevereiro, 2009

Cúmulo! Mais um!

Em meio ao oba oba de carnaval não é que a Folha de S. Paulo me publica, em editorial, uma merda (com o perdão da palavra) dessa:

Mas, se as chamadas ‘ditabrandas’ -caso do Brasil entre 1964 e 1985- partiam de uma ruptura institucional e depois preservavam ou instituíam formas controladas de disputa política e acesso à Justiça-, o novo autoritarismo latino-americano, inaugurado por Alberto Fujimori no Peru, faz o caminho inverso.

E isso não é o pior, os melhores momentos você conefere aqui.

Soube dessa resenha no nadacomjus, do qual aproveito pra fazer propaganda, hehehe.

Cumulus

Seria o cúmulo entre cumulus?

 A companhia aérea irlandesa Ryanair afirmou nesta sexta-feira que está analisando planos de cobrar dos passageiros o uso dos banheiros durante voo.

O diretor executivo da companhia, Michael O’Leary, disse à BBC que a Ryanair está avaliando a possibilidade de instalar banheiros operados por moedas.

Leia aqui o resto da matéria.

E eu fiz piada disso dias atrás :S

Sobre atenção e interrupções

A revista Wired publicou essa semana sobre os problemas cognitivos causados pelo nosso cotidiano  abarrotado de informação. Um trecho:

Wired.com: What does it mean to be distracted?

Jackson: Literally, it means to be pulled away to something secondary. There’s also an a interesting, archaic definition that fell out of favor in the 18th century: being pulled to pieces, being scattered. I think that’s a lovely term.

Our society right now is filled with lovely distractions — we have so much portable escapism and mediated fantasy — but that’s just one issue. The other is interruption — multitasking, the fragmentation of thought and time. We’re living in highly interrupted ways.

Mais aqui.

Sobre trivialidades e trapaças

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O que são as amenidades senão o percurso da vida. São aquelas coisas que te afastam do trabalho, da educação, dos relacionamentos e da morte. Logo, são as atividades que te distraem da sua tarefa – indigna – diária de simplesmente prestar atenção e continuar vivendo. As trivialidades são nossa alforria, são nossa auto-indulgência, nosso momento de escapada da grave vida, cada vez mais grave quanto mais velhos e responsáveis ficamos. Graças ao universo, temos tudo de inútil pra nos fazer perder um pouco de tempo.

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