Como trapacear nos relacionamentos

Vou te ensinar, nas próximas linhas, como trapacear nos relacionamentos. Parto do seguinte princípio: se relacionamentos fossem para dar certo, se fosse essa a previsão no seu projeto originário, metade da cultura humana jamais teria se formado, com inúmeras músicas sertanejas de dor-de-cotovelo e novelas cavalheirescas sobre paixões platônicas e amores inatingíveis tendo ficado no plano das ideias bregas. Não é à toa: amor, via de regra, dá errado. Essa percepção decorre por um fenômeno que eu, mui modesto, denominarei doravante como: FENÔMENO ONTOLÓGICO DA RESTRIÇÃO DA PROBABILIDADE, ou, em bom português, CHAVE-DE-CADEIA. Quando o herói – injustamente  aprisionado – vai escapar heroicamente – tudo que o herói faz é heroico, não reclame – ele SEMPRE só consegue fazê-lo na última chave. Não importa que o chaveiro tenha 5 chaves iguais, que o molho tenha 401 chaves de diferentes tamanhos e modelos. O homem (ou mulher. Ou bípede sensciente) desesperado sempre, SEMPRE conseguirá na última tentativa. Porquê? Porquê na tentativa que dá certo ele para de tentar, óbvio. Daí não precisa mais procurar, já deu certo. E o mar de tentativas pregressas sempre parecerão como perda de tempo, quando foram, ao seu jeito, sua forma de achar a chave certa. Então, evitando projeções freudianas, vamos às dicas. Como trapacear o destino – ou simplesmente impedir o mundo de atrapalhar seu curso.

1 – Talk, talk, talk!

Converse, converse, converse. E, não se engane: justo o assunto que você não conversar com sua cara-metade vai ser o que vai te causar mais problemas. Você deixa o assento levantado? Você desarruma a toalha no banho? Nada dessas pequenas irritações; será aquele comportamento inesperado que vai causar a queda da sua civilização. Inclusive, é uma metáfora bastante apropriada. Relacionamentos são como civilizações. Eu mesmo já tive um namoro Império Romano. Longo, complexo, capaz de se relacionar com maestria com o mundo ao seu redor, mas que, em certo ponto, faltou coesão. Já se disse por aí que todo império perecerá. Errado. O que é preciso é adaptação, e a melhor forma de alcançar isso é através da discursividade. Contato constante dos medos e desejos, inseguranças e dúvidas. Não uma, nem duas, nem cem vezes em que você vai se desentender com a outra pessoa. A maior chance que você tem de passar a rasteira nas estatísticas do amor que dá errado é conversar, por mais difícil que pareça.

Todo amor esbarra no estranhamento. Ninguém nunca ama algo alheio. Todo amor é, em tese, parte narcisismo. Você PRECISA de algo ou alguém que lhe parece similar, aparentado. Aquele mesmo gosto musical, os filmes, a rotina parecida. Ninguém ama alguém intrinsecamente diferente, já que, mesmo nesse caso concreto, estaria amando alguém que, como você, ama o diferente – no caso, você. Amor é identificação. Por isso a comunicação – e, assim, externar quem é você, ao menos para aquela pessoa – é essencial. E o grande vilão dos namoros/casamentos “eu-não-esperava-que-ela-fosse-assim” jamais vai te rondar. Conhecer seu amor (e deixá-la conhecê-lo, ou la, ou os dois, o qualquer coisa que esses tempos de moralismo linguístico de gênero exija) é essencial. Claro que haverá sempre algo por conhecer – é um sinal que você escolheu bem, chapa, ninguém que pode ser desvendado em 5 minutos vale a pena), mas é por acaso do tempo, que é eterno em decurso, não em princípio. O tempo é o JÁ! Repetido à exaustão, até o fim do tempo. Então pergunte-se hoje: o quão distante – em linguagem, conceito, ideias – você está do seu amor nesse exato momento? E agora? Imagine um gráfico, a distância  entre os dois precisa ser decrescente.

2 – Time.

Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an offhand way

Lembro-me como se fosse ontem. Um casal de amigos, que namorava há séculos, tinha acabado o namoro recentemente, um outro amigo me confidenciou. Eu, estupefato, pergunto: “mais acabaram porquê?”, como se fim de namoro fosse uma doença que tivesse até causa mortis definida. Talvez surpreso pela minha ingenuidade – que não é exatamente surpreendente, tanto por ser eu quanto por ser uma pergunta que todo mundo já se fez, com uma construção frasal ou outra – esse amigo limitou-se a responder: “amigo, daquilo que mata a maior parte dos namoros: o tempo. O tempo passou, o namoro acabou”. Sábias palavras. Muitos namoros envelhecem, apodrecem e morrem, passam da água pro vinho e depois pro vinagre. Certo, algumas relações não dão certo e estragam, mas outras não. Outras se tornam extremamente valiosas, não só por sua raridade mas por sua profundidade e complexidade. Sem querer entrar em papo de sommelier, mas se nota. Você tem bisavós casados a 60 anos? Seus pais estão casados a 30 anos e ainda fogem pra praia pra namorar, sozinhos, sem você de pentelho? Então, caro leitor, você sabe o que é um amor que soube resistir ao tempo.

Lembra o que eu falei no item passado? Supondo que você não tem Alzheimer ou problemas cognitivos graves, meu argumento era pela aproximação dos polos da relação. Boa parte dos relacionamentos vitimados pelo tempo fenece por interpretar mal a verdade por trás desse meu conselho e argumento. Casais que se aproximam tanto que simplesmente não sobra mais nada lá fora. Quando tudo o que sobra é mesmice, então ficar sozinho é tão interessante quanto estar acompanhado, só que geralmente mais barato e engordando menos. É imprescindível que os relacionamentos se oxigenem regularmente. Coisas novas, ideias novas, lugares novos. Calma, não é como se todo mundo tivesse de ir correndo pra casa de swing mais próxima, não é isso. Mas ninguém é uma ilha, e ninguém é uma página só. Há muito mais complexidade nas personalidades e relações humanas a serem exploradas. Não é também só “vamos sair com casais”. É conhecer gente nova, aprender novas coisas, usufruir de todas as coisas que você precisa para manter sua alma (se é que isso existe, se não, chamemos de consciência) desperta, com algo além de eternos repetecos sem-graça. Um dos grandes trunfos de ter alguém para amar é poder olhar toda a beleza do mundo por dois pontos de vista ao mesmo tempo, trapaceando o universo que te fez nascer com um só, uma só criação, uma só cultura. Amigos também são uma ferramenta dessa mesma trapaça que nos permite falsear uma unidade com o mundo, mas no amor conseguimos ir mais longe, cavar mais fundo. Inclusive, uma das maiores ferramentas pra proporcionar essa conexão, é o tempo. Que nos dá alternativas, experiências, piadas internas que ninguém mais vai achar graça.

Se for usado como um constante museu de grandes novidades, se te der espaço pra reinventar o pano-de-fundo onde vão se passar as ações do teatro do seu cotidiano, o tempo será teu aliado, e você jamais sentirá tédio. Mas se resumir-se ao conformismo e inação, este provavelmente será o fim do seu namoro ou afins: a irrelevância do caduco.

3 – Karma Police, arrest this man!

Você conhece alguém muito pela forma como ela reage quando perde os freios normais do superego e se autoriza momentaneamente a fazer bobagem. Quando casais brigam e falam coisas que não deveriam. “Ah, mas eu não queria dizer isso”, mentira, queria sim. “Mas não era isso que eu tava pensando”, sinto muito, chapa, mas Inception ainda não virou Psicanálise pra qualquer picareta fazer na sua esquina. O que pode acontecer é, de fato, você ter uma noção pré-construída nas profundezas de sua cabeça que é insustentável quando alcança ao ar livre do mundo real. “Eu odeio aquela vadia” que quando trisca nos dentes sai como “Eu te amo”. É assim que o mundo funciona, ninguém sabe direito o que pensa até ponderar um pouco a respeito, e nós geralmente ponderamos de menos e agimos demais. E enunciar – verbalmente ou por escrito, como faço agora, por exemplo – é uma das melhores formas de checar a consistência de uma ideia. Joga no papel e vê se fica a cara do Carlitos Tevez. Mentaliza aí o argentino. Não sabe quem é? Vai no Google que eu espero, é importante. Vai lá. Não sei nem se você é homem, mulher, gay ou hétero, NINGUÉM consegue achar o Tévez agradável aos olhos. Se você acha, vai assistir aquele filme, Crash – Estranhos Prazeres (não o do Paul Haggis, o do David Cronenberg) que sua turma é a que acha descarrilamento de trem “um lance bem fofinho”.

Pra nós, do lado moderadamente civilizado da cerca, uma ideia que, esparramada no papel, no quadro, na moita, na conversa com amigos, e pareça ter a cara do Tévez é simplesmente um troço ruim demais que felizmente não deixou de ser ideia, lá encontrando seu fim dos seus dias, no museu das ideias ruins. Claro que ideias ruins podem dar bons resultados, vide Liv Tyler, mas isso é um acaso, não dá pra confiar que dê certo sempre. Mas provavelmente ideias dão sinal que não vão prestar, e você precisa cultivar o suave hábito de enunciá-las da forma que achar mais conveniente. Bons amigos, papel, conversar com estranhos no parque, falar sozinho enquanto varre a calçada, não importa. Vai fundo e pondere suas ideias, terá bons frutos. Só em não ficar por aí atirando burrices (que vai se arrepender depois) nos outros já é, em si, um grande ganho. Se conseguir não atirar nenhuma na pessoa que você mais ama, meu chapa, minha querida, você vai estar muito bem.

E, no outro lado da moeda, está o que eu considero Regra de Ouro da vida em comunidade, sociedade, convivência e urbanidade. Tolerância e simpatia. Se você está irritado com algo que a outra pessoa disse, seu primeiro impulso pode ser dizer: caralho, eu exijo justiça. Eu demando melhor tratamento que isso. Eu quero que esse cara/essa menina se lasque como ela me lascou, que o coração dela sangre como o meu. Eu PRECISO que esse desconforto cesse, e a melhor forma dessa pessoa que me causou isso fazê-lo é devolvendo a pancada. Se você pensa assim, meu colérico leitor, ou você é um consegliere da Máfia ou um imbecil. Não que não haja conseglieres imbecis, mas enfim.

Retribuição pode salvar seu orgulho, sua auto-estima, o respeito da gostosa da esquina, mas certamente não vai ajudar no seu relacionamento. Sobretudo quando você para pra pensar: e se a pessoa não faz por mal? Mas não tem como não ter sido por mal, ela fez isso, isso e aquilo. Ninguém faz isso sem ser por sacanagem. Então, meu míope leitor, você namora um(a) sacana? É isso? Você dá para idiotas e resolveu assumir o culto à imbecilidade como sendo seu legítimo joie de vivre? Você é IMBECIL? Você possui sequelas cognitivas?

SUPONDO QUE NÃO – dou voto de confiança à minha plateia – então você pode não ter escolhido tão mal assim, essa pessoa pode não ser um(a) filho(a) da puta e você simplesmente estará transformando um copo de água em um copo de veneno pro seu relacionamento, matando-o aos poucos. Sim, e a culpa vai ser toda sua, que em vez de agir com ponderação para com a pessoa que você – supostamente – ama, resolveu amar mais a si mesmo e chutar o balde. Então, criatura de Eru Ilúvatar, da próxima dê o BENEFÍCIO DA DÚVIDA. Será que a pessoa não fez por querer? É, pode ser que eu, em minha visão limitada, não esteja sabendo de tudo, e pode ser que essa pessoa, que eu amo tanto, e que eu sei que me ama, não esteja querendo me sacanear a perna, me fazer sentir mal, me ridicularizar. Talvez ela só fale em uma língua que às vezes eu não entenda. Pode ser que ela não saiba como eu sou, não tenha tido tempo de me decifrar. Pode ser que eu precise ter mais paciência, e aprender que quem não arrisca não petisca, que grandes poderes exigem grandes responsabilidades, que não se pode tapear o destino e apostar só migalhas da sua vida.

4 – The End?

Saiba conversar. Aprenda a não deixar o jogo esmorecer. Entenda que esse é um jogo cooperativo, você NUNCA vai ganhar sozinho.

Não são boas dicas, ao menos no sentido objetivo. Se você tá precisando de dicas diretas sobre como gerenciar sua vida procure seus melhores amigos, seus amores, ou chame os universitários: cartomantes, pastores, o que quer que seja, que possa iluminar misticamente seu caminho. Vá a um bar e peça conselhos ao sujeito à sua direita, não importa o quanto ele pareça porra-louca e anti-higiênico. Mas vou adiantando que nem vai dar certo. Tudo o que você precisa já tá na sua mão, é uma questão de entrega e investimento.

Não que eu seja doutor na área, eu só curto MESMO monogamia, e acho que é uma causa que vale o esforço. Já incorri em muitos dos erros que listei aqui, e hoje espero  ter ao menos aprendido algo com eles. E aqui vai o pulo do gato: quer saber como trapacear de verdade o destino? Aprenda com o erro dos outros, encurte o caminho dos seus. Erre, se for necessário, mas aprender com conselhos dói bem menos. Não diga depois que eu não te avisei. (e se possível aprenda com os meus tropeços).

Falando em trapacear, o Dumbo não é bípede mas abre uma fechadura com uma chave na tromba, só lembrei agora. Mas deixa pra lá, quem se importa. Espertão.

Anúncios

Sobre Wagner Artur Cabral

filosofia política e futebol
Esse post foi publicado em Persianas e marcado . Guardar link permanente.

16 respostas para Como trapacear nos relacionamentos

  1. C.Rios disse:

    eu não costumo comentar em blogs, mas esse post foi fantasticamente certeiro. só queria dizer isso. cheers

  2. Andressakiri disse:

    Poxa, q texto ótimo!

  3. Dani Pessoa disse:

    Interessante como a nossa realizade cognitiva pode nos surpreender. O que vc pensa quando vê a palavra “trapacear”? exatamente!
    Na hora que li o título pensei – o que esse cara pensa que tá fazendo? não sou trapaceira; pq eu enganaria meu parceiro? grrrr – (risos). A curiosidade e a vontade de ler algo interessante, mesmo diferindo da minha maneira de pensar e agir, me fez continuar e então, a trapaça se mostrou, porém de um jeito bastante agradável (e divertido). Ah, só pra constar, abri no impulso e nem havia notado que era um texto seu. sabe como é, fazer coisas pela manhã… rss

    Gostei muito do texto. A lição que aprendi foi “open your mind”. Não se deixe limitar apenas pelo que você conhece, ou supõe conhecer. Se não tivesse feito isso, nem teria lido o texto completo. Vou me lembrar de abrir a mente com mais frequencia…

  4. Agatha disse:

    Um belo texto, Artur.

    E a tese principal é bastante pertinente – desde o início sobre o desespero em encontrar, enquanto na verdade, é o desespero da tentativa que atrapalha. “Amor, via de regra, dá errado” porque as pessoas teimam em insistir nos erros, na maioria das vezes, até sem perceber; e assim prosseguem desesperadamente o fenômeno ontológico da restrição da probabilidade até o supere. Penso que tal superação só advém de um crescimento pessoal com os próprios erros, bem como o encontro da paz em solitude. Assim, quando menos perceber, o indivíduo já se dará conta/ou terá o encontro com alguém especial na vida para compartilhar isso e ser feliz. E tal felicidade é um eterno processo de transformação construtiva, por meio do crescimento mútuo e adaptação sim, como você já tinha mencionado. Esse essencial processo só é compreensível se há comunicação plena, e bem como sabemos, esta não se conforma apenas em palavras – diria que os momentos mais profundos de silêncio compartilhado sejam tão importantes quanto. Seja como for, estar em sintonia com o universo do outro é primordial. A plenitude disso é “o apaixonar-se todo dia pela mesma pessoa”, e então, independe de tempo – mas talvez dessa estabilidade mutável.

    Quem sabe eu também não escrevo mais sobre essas divagações? ;P

    Beijo!

  5. Pingback: Como trapacear nos relacionamentos (via Riverside Hotel) | Ana e o bar

  6. Raisa disse:

    Eu acho que tudo o que você é bastante válido. Acredito que, no fundo, a maioria das pessoas sabe o que fazer para ter um relacionamento decente. O problema são os maus hábitos que precisam ser vencidos diariamente. Eu, por exemplo, preciso trabalhar melhor o karma police.

    :*

    PS: Eu nem acho o Tevez tão feio.

  7. João Paulo disse:

    Cara, PARABÉNS

    Parabéns de verdade mesmo, seu texto é simplesmente fantastico, todos os casais deveriam ler ele, vou guardar e mostrar para minha namorada.

    Parabéns, fantastico texto.

  8. Saulo disse:

    “sinto muito, chapa, mas Inception ainda não virou Psicanálise pra qualquer picareta fazer na sua esquina”.

    Não entendi. Você usa uma pancada de conceitos da psicanálise e diz que qualquer picareta faz em cada esquina?
    Isso faz de você o que, exatamente?

    “Então, meu míope leitor, você namora um(a) sacana? É isso? Você dá para idiotas e resolveu assumir o culto à imbecilidade como sendo seu legítimo joie de vivre? Você é IMBECIL? Você possui sequelas cognitivas?

    SUPONDO QUE NÃO – dou voto de confiança à minha plateia”

    A idéia básica do texto é boa, mas pra quê se expressar com tanta arrogância se você mesmo sabe que não é “nenhum doutor”?

    E a bandeira do diálogo não devia valer apenas para a monogamia. Devia valer pras amizades e todo tipo de relacionamento, inclusive profissional.

    • Wagner Artur Cabral disse:

      Não entendi. Você usa uma pancada de conceitos da psicanálise e diz que qualquer picareta faz em cada esquina?

      -> Se eu quiser abrir uma banquinha na minha esquina com uma placa “Psicanálise para Ornitorrincos”, eu posso. Ou agora tem de ter CRM? (Por uma questão de honestidade: eu não acredito em Psicanálise, mas conheço um monte gente que acredita e é mais feliz graças a ela, eu respeito. Se eu usei algum conceito que a Psicanálise também usa, oops!)

      Isso faz de você o que, exatamente?

      -> Nada que eu já não fosse antes.

      A idéia básica do texto é boa, mas pra quê se expressar com tanta arrogância se você mesmo sabe que não é “nenhum doutor”?

      -> Não é arrogância, é opinião. Aliás, se eu porventura me arvorasse da condição de “doutor” pra emitir opinião como dono da verdade, até assim seria arrogante. A diferença é que aqui não estou certo (ou errado), tou apresentando minha versão dos fatos, ou ao menos da minha opinião. Não é A Verdade, é a minha versão da verdade.

  9. Mirian disse:

    Sharp, as usual.

    Boa, WA :D

  10. Clara (kakau) disse:

    “Seus pais estão casados a 30 anos e ainda fogem pra praia pra namorar, sozinhos, sem você de pentelho?” — super baseado em fatos reais.

    Adorei o texto :)

  11. Dani Amorim disse:

    Pode usar o texto como manual? :P

  12. Victor disse:

    Império Romano não, mas eu já tive um momento ‘destruição mútua assegurada’ com uma namorada minha.

  13. Luiza disse:

    Gostei das partes que instigam a pessoa-leitora a se perguntar “o que EU posso fazer para mudar isso?”. Pq na verdade seu texto vale para amor, mas para amizade também. Quem desencana do amor, ou do amigo, vai perdê-lo. E não pode dizer que deu errado por culpa do destino.

  14. Laís Meireles Duarte disse:

    Gostei do texto!Eu sempre quis aprender com o erro dos outros, a pena é que mesmo assim a gente aprende muito mais quebrando a cara!heheh
    Anyway, os segredo são realmente respeitar você e o outro, gastar tempo juntos, conversar muito, ser realista para perceber o que pode estar dando errado e se apaixonar todo dia de novo.
    Boa sorte pra gente!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s