Então…

Ultimamente tenho me sentido um apóstolo do Twitter. Essa semana, na faculdade, tive um debate com meus alunos de Filosofia do Direito, num seminário sobre Hannah Arendt e o agir político como forma de libertação. Discutimos sobre a possibilidade de realizar esse agir político na nossa sociedade atual. Como participar? Como fazer diferença? Continue lendo ‘O barulho da revolução’
Volta e meia aparece alguém dizendo que o Brasil deveria iniciar pesquisas atõmicas com fins militares – de defesa, somente, claro, imagina. Entre pseudo-visionários e estadistas de quintal, muitos dizem: “precisamos nos precaver!”. O tema sai e volta à pauta sazonalmente. É uma febre ideológica que nos acomete. Daquelas que fazem, temporariamente, que acreditemos que os fins justificam os meios, ou que não se faz omelete sem quebrar os ovos. Pura falácia. Leva você a pensar que são essas as únicas opções. E se há algo que o mundo tem, são opções. E se há algo que o mundo não precisa ter, é o narrado a seguir:
Takeo Watanabe, 16 at that time, was working in a telephone office and he was heading toward the Chugoku Newspaper Office. He has speech difficulties since he has cerebral thrombosis. His wife is together with him today.
Watanabe: How, how can I say it? Well, I, I don’t know just what to say. I got off the car and, and then, (His wife speaks for him.) it was dark so he groped his way toward an air-raid shelter he knew nearby. You know when I married him, I didn’t know that my husband was a victim of A-bomb until I read a diary that he had kept at that time. He would not tell me about experience himself. He just didn’t want to talk about it. Every year from the end of July to the beginning of August, he would have a fever or become ill.
Interviewer: So you do not want to talk about your experience?
Watanabe: Hmm…Those day, it was, it was a burden, it was tough, but I guess now I just, I just have no more choice.
Esse e outros relatos podem ser encontrados aqui. Que escolhas definem quem somos nós?
We physicists don’t like to admit it, but some of us are closet science fiction fans. We hate to admit it because it sounds undignified. But when we were children, that’s when we got interested in science, for a lot of us. When I was a kid, I watched Flash Gordon. Eventually I realized, I didn’t have big muscles, I didn’t have long hair, but it was the scientists who made the whole series work. I was fascinated by that. Here was a man who, just by thinking, could create starships and cities in the sky.
Michio Kaku escreve sobre as chances de vermos a tecnologia de Star Trek fazer parte de nossas vidas. Até quando os céticos negarão que a ficção científica é o que move os sonhos aqueles apaixonados pela ciência, famosos justamente por seu ceticismo? Deve ter aí algo de profundo valor, algo que jamais sonhamos e iremos alcançar.
Após enviar o texto do meu pai para uma lista de e-mails que faço parte, escrevi o seguinte comentário, que reproduzo, também a seguir: Continue lendo ‘Deus ex machina (parte II)’
Meu pai me pediu para revisar um texto que ele pretende publicar, achei que seria interessante compartilhar o texto, que segue, after the jump: Continue lendo ‘Deus ex machina (parte I)’
P.rua – Quem é o verdadeiro Bussunda?
Bussunda – Bem… (ele pára, pensa, analisa, divaga, filosofa e se lança) Bussunda é o candidato do povinho bunda.
Entrevista com o mito aqui. Hoje descobri que o Reinaldo (que eternizou um Itamar mais carismático que o próprio) também tem blog. Genial, uma pena que o programa se cansou tanto, nos deixando à mercê do CQC como programa de comédia e crítica política. Viajando Henrique Cardoso já foi desbancado em milhas aéreas pelo Aerolula. Bon tempos aqueles.
“In this tightly cropped image, the NASA space shuttle Atlantis is seen in silhouette during solar transit, Tuesday, May 12, 2009, from Florida. This image was made before Atlantis and the crew of STS-125 had grappled the Hubble Space Telescope. Photo Credit: (NASA/Thierry Legault)” — STS-125 Atlantis Solar Transit (200905120002HQ)
Wow. Just wow.
Retirado daqui. É isso mesmo. Just wow.

Aqui ou lá
Hoje tivemos uma noticia boa e má. Ganhamos um sofá. Boa porque, afinal, ganhamos um sofá. Má porque, afinal, tínhamos de ir pegar o sofá e trazê-lo pra casa. Sofás podem ser pesados. Sofás podem não caber no elevador. Sofás podem não caber no carro. Resultado: sofá nas costas, nas escadas, nas ruas e na madrugada. O sofá agora está na sala, e eu me pergunto o que falta para nós. Temos uma mesa ligeiramente grande demais, uma TV certamente exagerada (obtusa e não exatamente nova), alguns armários antigos e pouco práticos, com um conjunto de decoração oitentista, ou setentista, sessentista, expressionista, cubista, não importa. Esses móveis ajudam a transformar o apartamento em algo mais próximo com uma casa. Eu tenho um plano, que quero fazer pra consolidar a minha imagem de lar. Penso em por uma placa: “HIC SVNT DRACONES”, que quer dizer, a grosso modo, “Daqui em diante há dragões.” É uma marcação comum em mapas antigos, geralmente nas bordas, alertando sobre terras selvagens e o fim do mundo. Queria colocar um anúncio como aquele nos umbrais do Oráculo de delfos (”Conhece-te a ti mesmo”) ou mesmo a porta do Inferno da Divina Comédia (”Abandonai toda a esperança, vós que entrais”). Meu dilema é: devo colocar o alerta na porta do lado de dentro ou do lado de fora?






